Graça à beira da estrada

 

Leia Mateus 25.31-40 *

O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Mateus 25.40

Um homem estava parado na esquina de uma rua da periferia da cidade. Vendia jornais aos motoristas que paravam no semáforo. Com uma muleta debaixo de um braço e jornais debaixo do outro, ia mancando de carro em carro. Tinha apenas uma perna e caminhava com o auxílio de uma muleta enferrujada. Seus dentes da frente estavam estragados.

O homem aproximava-se de cada motorista para tentar vender um jornal. Enquanto isso eu me afundava no banco do carro. Envergonhada de meu medo, em vez de me encolher decidi orar por ele. Toda quinta-feira lhe comprava um jornal; era meu caminho, pois era dia de visitar meu tio idoso.

Após alguns meses, faltei por três quintas-feiras seguidas. Projetos atrasados no trabalho, um problema familiar e uma bronquite intermitente impediram-me de visitar meu tio. Finalmente de volta à minha rotina, como de costume aproximei-me daquela esquina e o semáforo obrigou-me a parar. Entreguei meu dinheiro ao vendedor de jornais e contei-lhe sobre meus infortúnios recentes. Seu rosto suavizou-se. Ele enfiou seus jornais debaixo do braço e colocou sua mão em meu braço. Então disse: “Vou orar para que você fique boa logo”. Respirei fundo. Eu, que tenho dentes suficientes para comer uma boa refeição e duas pernas inteiras para me levarem a qualquer lugar, recebi a dádiva do consolo de sua oração, oferecida de maneira simples, antes que o farol abrisse. Cristo ganhou um rosto novo, e regozijei-me por vê-lo à beira da estrada.

Linda Tatum (Carolina do Norte, EUA)

* Mateus 25.31-40

31 – E, quando o Filho do Homem vier em sua glória, e todos os santos anjos, com ele, então, se assentará no trono da sua glória;
32 – e todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas.
33 – E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda.
34 – Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
35 – porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me;
36 – estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me.
37 – Então, os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber?
38 – E, quando te vimos estrangeiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos?
39 – E, quando te vimos enfermo ou na prisão e fomos ver-te?
40 – E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.

 

Fonte:http://www.editoracedro.com.br/forms/assineja.jsp

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4 comentários sobre “Graça à beira da estrada

  1. Pingback: Graça à beira da estrada - Igreja Presbiteriana Renovada de Itapira

  2. É verdade, é no momento mais precioso para nossas vidas que conseguimos ver Jesus como devemos, em sua simplicidade usando quem menos esperamos, pois habita em qualquer pessoa que o recebe e obedece seus mandamentos da Palavra .

  3. Que lindo! As vezes consideramos nossos.problemas como osmpioresndo mundo mas se.olharmos em volta, veremos.pessoas em situações muito mais difíceis. Em tudo dai graças!

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