A Estranha Matemática do Evangelho

Meditação: O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. (Mateus 18:27)

 

Pensamento: Nosso pecado é grande, mas a graça de Deus é maior.

 

Leitura: Mateus 18:23-35.

 

Mensagem:

A Estranha Matemática do Evangelho

 

            Desde a infância nos ensinam como ter sucesso num mundo onde não há graça: “Você recebe pelo que paga”. “O primeiro pássaro pega a minhoca”. “Não há ganho sem dor”. Eu conheço bem estas regras, porque vivo com elas. Trabalho pelo que ganho. Gosto de vencer; insisto nos meus direitos. Quero que as pessoas recebam o que merecem.

            Mas as parábolas de Jesus sobre a graça nos ensinam um conceito radicalmente diferente. Em Mateus 18:23-27, ninguém podia acumular uma dívida tão grande quanto a do servo da história. Isto ressalta o argumento: é uma dívida que é imperdoável. No entanto, o rei o liberou dela.

            Quanto mais reflito sobre as parábolas de Jesus que proclamam a graça, tanto mais inclinação tenho de aplicar a palavra estranha para descrever a matemática do Evangelho. Eu creio que Jesus nos deu essas histórias para nos afastarmos completamente do mundo do “pagar na mesma moeda”, onde não existe graça, e entrar no reino de Deus, onde a graça é infinita.

            Se presto atenção, escuto um sussurro alto do Evangelho, de que não recebi o que eu merecia. Eu merecia a punição mas recebi perdão. Merecia a ira e recebi amor. Merecia a prisão como devedor e, em lugar disto, recebi um histórico com o crédito limpo. Eu merecia ouvir severas reprovações e ter que suplicar de joelhos em arrependimento. Em vez disto, recebi diante de mim um banquete.

 

FONTE:

Philip Yancey

Nosso Andar Diário

Ministério RBC

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2 comentários sobre “A Estranha Matemática do Evangelho

  1. Gostei muito de sua palavra sobre as parábolas de Jesus, na verdade nós nunca recebemos mesmo o que merecemos, afinal nós somos como diz o apóstolo Paulo. Não fazemos o bem que precisamos, mas quando percebemos, o mal já praticamos, e aí a resposta de Deus para nós é misericórdia, graça, e ternura, e ainda mais, amor. Mas de uma coisa não podemos fugir, a consequuencias do mal que praticamos não vão recair sobre outros, mas, sobre nós mesmos.

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